On the Second Sunday of Lent, the Church always leads us up a mountain. In the Gospel account of the Transfiguration, Jesus takes Peter, James, and John apart by themselves and leads them up a high mountain. This moment is both glorious and deeply instructive. It is not a detour from Lent’s penitential path, but an essential part of it. Just as Jesus was led into the desert on the First Sunday of Lent, now He leads His closest disciples up the mountain. The desert teaches us trust in the midst of temptation; the mountain reveals who it is we are trusting. Lent is not simply about self-denial. It is about clarity—about seeing Christ more fully so that we can follow Him more faithfully.
Notice that Jesus does not reveal His glory to the crowds. He reveals it to disciples—those who have already left something behind to follow Him. The Transfiguration strengthens them for what lies ahead. Soon they will walk with Him toward Jerusalem, toward suffering, toward the Cross. Before they see His disfigured body on Calvary, they are allowed to glimpse His divine glory on the mountain. That pattern is the pattern of discipleship. We are given moments of grace so that we can persevere in mission.
Peter’s instinct is understandable: “Lord, it is good that we are here. If you wish, I will make three tents.” He wants to remain in the glory of the moment. But discipleship does not allow us to stay on the mountain. The voice of the Father does not say, “Stay here.” It says, “Listen to him.” To listen to Christ means to follow Him—not only in moments of consolation, but into the daily demands of faithfulness.
As we prepare to begin the annual Catholic Appeal in the Archdiocese of Boston, this Gospel invites us to reflect more deeply on what it means to be disciples together. The Transfiguration is not merely a private spiritual experience. It reveals the identity of Jesus, but it also reveals the identity of the Church. Peter, James, and John do not climb the mountain alone. They go together. Discipleship is never a solitary endeavor. The Father’s command—“Listen to him”—is given to a community.
The Catholic Appeal is one concrete way that we live out that communal discipleship. When we contribute, we are not simply supporting an abstract institution. We are participating in the mission of Christ throughout the Archdiocese of Boston. We are helping to ensure that the Gospel is preached, that seminarians are formed, that parishes in need are sustained, that Catholic schools and ministries continue their vital work, and that those on the margins encounter the merciful face of Christ.
In other words, we are stepping down from the mountain and walking with Jesus into the world.
Moments like the Transfiguration remind us why the Church exists. We have seen the Lord. We have heard His voice in Scripture and in the sacraments. We have experienced His mercy. But that encounter is never meant to end with us. True discipleship moves outward. It becomes generous. It becomes missionary.
Lent is a season of prayer, fasting, and almsgiving. The Catholic Appeal touches directly on that third pillar. Almsgiving is not simply about giving from our surplus; it is about giving as disciples who trust that everything we have first comes from God. When we give, we echo the Father’s generosity in giving us His Son. We acknowledge that the light we have seen on the mountain must shine beyond us.
At the end of the Transfiguration account, the disciples fall to the ground in fear when they hear the Father’s voice. But Jesus comes and touches them, saying, “Rise, and do not be afraid.” That gentle command is for us as well. Discipleship can feel demanding. Supporting the broader mission of the Church can feel like a sacrifice. Yet Christ reassures us. We do not walk alone. The One whose face shone like the sun walks with us down the mountain and into every act of faithful generosity.
As we enter more deeply into Lent and prepare for the Catholic Appeal, let us ask for the grace to be true disciples—men and women who listen to Him, who trust Him, and who follow Him not only in word, but in action. Having glimpsed His glory, may we commit ourselves anew to His mission, confident that every act of faith, every prayer, and every gift offered in love becomes part of His transforming light in our world.—Fr. Carlos
No segundo domingo da Quaresma, a Igreja sempre nos conduz até uma montanha. No relato da Transfiguração, Jesus toma Pedro, Tiago e João à parte e leva-os a uma alta montanha. Este momento é ao mesmo tempo, glorioso e profundamente instrutivo. Não é um desvio do caminho penitencial da Quaresma, mas sim uma parte essencial dele. Tal como Jesus foi conduzido ao deserto no primeiro domingo da Quaresma, ele conduz agora os seus discípulos mais próximos até à montanha. O deserto ensina-nos a confiança no meio da tentação; a montanha revela em quem estamos a confiar. A Quaresma não tem que ver apenas com a renúncia pessoal. Tem que ver com a claridade com que vemos quem é Jesus para podermos seguir com maior fidelidade.
Reparemos que Jesus não revela a sua glória às multidões. Revela-a aos discípulos — àqueles que já tinham deixado algo para o seguir. A Transfiguração fortalece-os para o que está por vir. Em breve caminharão com ele em direção a Jerusalém, ao sofrimento, à Cruz. Antes de verem o seu corpo desfigurado no Calvário, é-lhes concedido vislumbrar a sua glória divina na montanha. Esse é o padrão do discipulado. São-nos concedidos momentos de graça para perseverarmos na missão.
O instinto de Pedro é compreensível: «Senhor, é bom estarmos aqui. Se quiseres, farei três tendas.» Ele quer permanecer na glória daquele momento. Mas o discipulado não nos permite ficar na montanha. A voz do Pai não diz: «Ficai aqui.» Diz: «Escutai-O.» Escutar Cristo significa segui-Lo — não apenas nos momentos de consolação, mas também nas exigências quotidianas da fidelidade.
Ao prepararmo-nos para iniciar o Apelo Católico anual na Arquidiocese de Boston, este Evangelho convida-nos a refletir mais profundamente sobre o que significa sermos discípulos juntos. A transfiguração não é apenas uma experiência espiritual privada. Revela a identidade de Jesus, mas também revela a identidade da Igreja. Pedro, Tiago e João não sobem sozinhos na montanha. Vão juntos. O discipulado nunca é um empreendimento solitário. O mandamento do Pai, «Escutai-O» , é dirigido a uma comunidade.
O Apelo Católico é uma forma concreta de vivermos esse discipulado comunitário. Quando contribuímos, não estamos simplesmente a apoiar uma instituição abstrata. Estamos a participar na missão de Cristo em toda a Arquidiocese de Boston. Estamos a ajudar a garantir que o Evangelho seja anunciado, que os seminaristas sejam formados, que as paróquias mais necessitadas sejam sustentadas, que as escolas e os ministérios católicos continuem o seu trabalho vital e que aqueles que estão nas periferias encontrem o rosto misericordioso de Cristo. Por outras palavras, estamos a descer da montanha e a caminhar com Jesus para o mundo.
Momentos como a Transfiguração recordam-nos por que existe a Igreja. Vimos o Senhor. Ouvimos a sua voz na Escritura e nos sacramentos. Experimentámos a sua misericórdia. Mas esse encontro nunca é destinado a terminar em nós. O verdadeiro discipulado move-se para fora. Torna-se generoso. Torna-se missionário.
A Quaresma é um tempo de oração, jejum e esmola. O Apelo Católico toca diretamente nesse terceiro pilar. A esmola não é simplesmente dar do que nos sobra; é dar como discípulos que confiam que tudo o que temos vem de Deus. Quando damos, ecoamos a generosidade do Pai que nos deu o seu Filho. Reconhecemos que a luz que contemplámos na montanha deve brilhar para além de nós.
No final do relato da Transfiguração, os discípulos caem por terra com medo ao ouvirem a voz do Pai. Mas Jesus aproxima-se, toca-lhes e diz: «Levantai-vos e não temais.» Esse suave mandato é também para nós. O discipulado pode parecer exigente. Apoiar a missão mais ampla da Igreja pode parecer um sacrifício. Contudo, Cristo tranquiliza-nos. Não caminhamos sozinhos. Aquele cujo rosto brilhou como o sol caminha conosco, montanha abaixo, e acompanha-nos em cada gesto de generosidade fiel.
Ao entrarmos mais profundamente na Quaresma e ao prepararmo-nos para o Apelo Católico, peçamos a graça de sermos verdadeiros discípulos — homens e mulheres que O escutam, que confiam
nele e que O seguem não apenas em palavras, mas também em ações. Tendo vislumbrado a sua glória, renovemos o nosso compromisso com a sua missão, confiantes de que cada ato de fé, cada oração e cada oferta feita com amor se torna parte da sua luz transformadora no nosso mundo.— Pe. Carlos
En el Segundo Domingo de Cuaresma, la Iglesia siempre nos conduce a una montaña. En el relato evangélico de la Transfiguración, Jesús toma aparte a Pedro, Santiago y Juan, y los lleva a una montaña alta. Este momento es a la vez glorioso y profundamente instructivo. No es un desvío del camino penitencial de la Cuaresma, sino una parte esencial de él. Así como Jesús fue conducido al desierto en el Primer Domingo de Cuaresma, ahora lleva a sus discípulos más cercanos a la montaña. El desierto nos enseña la confianza en medio de la tentación; la montaña revela en quién estamos confiando. La Cuaresma no se trata simplemente de la renuncia personal. Se trata de claridad: de ver a Cristo más plenamente para poder seguirlo con mayor fidelidad.
Observemos que Jesús no revela su gloria a las multitudes. La revela a los discípulos, a aquellos que ya han dejado algo atrás para seguirlo. La Transfiguración los fortalece para lo que está por venir. Pronto caminarán con Él hacia Jerusalén, hacia el sufrimiento, hacia la Cruz. Antes de ver su cuerpo desfigurado en el Calvario, se les permite vislumbrar su gloria divina en la montaña. Ese modelo es el modelo del discipulado. Se nos conceden momentos de gracia para que podamos perseverar en la misión.
El impulso de Pedro es comprensible: «Señor, ¡qué bueno es que estemos aquí! Si quieres, haré tres tiendas». Él quiere permanecer en la gloria del momento. Pero el discipulado no nos permite quedarnos en la montaña. La voz del Padre no dice: «Quédense aquí». Dice: «Escúchenlo». Escuchar a Cristo significa seguirlo, no solo en momentos de consuelo, sino también en las exigencias diarias de la fidelidad.
Al prepararnos para comenzar la Campaña Católica anual en la Arquidiócesis de Boston, este Evangelio nos invita a reflexionar más profundamente sobre lo que significa ser discípulos juntos. La Transfiguración no es simplemente una experiencia espiritual privada. Revela la identidad de Jesús, pero también revela la identidad de la Iglesia. Pedro, Santiago y Juan no suben la montaña solos. Van juntos. El discipulado nunca es un esfuerzo solitario. El mandato del Padre —«Escúchenlo»— se da a una comunidad.
La Campaña Católica es una manera concreta de vivir ese discipulado comunitario. Cuando contribuimos, no estamos simplemente apoyando una institución abstracta. Estamos participando en la misión de Cristo en toda la Arquidiócesis de Boston. Estamos ayudando a asegurar que el Evangelio sea proclamado, que los seminaristas sean formados, que las parroquias necesitadas sean sostenidas, que las escuelas y ministerios católicos continúen su labor vital y que quienes están en las periferias encuentren el rostro misericordioso de Cristo.
En otras palabras, estamos bajando de la montaña y caminando con Jesús hacia el mundo.
Momentos como la Transfiguración nos recuerdan por qué existe la Iglesia. Hemos visto al Señor. Hemos escuchado su voz en la Escritura y en los sacramentos. Hemos experimentado su misericordia. Pero ese encuentro nunca está destinado a terminar en nosotros. El verdadero discipulado se proyecta hacia afuera. Se vuelve generoso. Se vuelve misionero.
La Cuaresma es un tiempo de oración, ayuno y limosna. La Campaña Católica toca directamente ese tercer pilar. La limosna no consiste simplemente en dar de lo que nos sobra; consiste en dar como discípulos que confían en que todo lo que tenemos proviene primero de Dios. Cuando damos, reflejamos la generosidad del Padre al darnos a su Hijo. Reconocemos que la luz que hemos contemplado en la montaña debe brillar más allá de nosotros.
Al final del relato de la Transfiguración, los discípulos caen rostro en tierra llenos de temor al escuchar la voz del Padre. Pero Jesús se acerca, los toca y les dice: «Levántense y no tengan miedo». Ese mandato suave es también para nosotros. El discipulado puede parecer exigente. Apoyar la misión más amplia de la Iglesia puede parecer un sacrificio. Sin embargo, Cristo nos tranquiliza. No caminamos solos. Aquel cuyo rostro brilló como el sol camina con nosotros montaña abajo y nos acompaña en cada acto de generosidad fiel.
Al adentrarnos más profundamente en la Cuaresma y prepararnos para la Campaña Católica, pidamos la gracia de ser verdaderos discípulos: hombres y mujeres que lo escuchan, que confían en Él y que lo siguen no solo de palabra, sino con obras. Habiendo vislumbrado su gloria, comprometámonos nuevamente con su misión, confiando en que cada acto de fe, cada oración y cada ofrenda hecha con amor se convierte en parte de su luz transformadora en nuestro mundo.
— P. Carlos